Marina nunca foi empregada doméstica

andradetalis

Marina tem o prazer masoquista ou a demagogia de contar, chorando, que teve uma “morte e vida severina”, várias ressurreições, uma existência de martírio, uma imitação de Nossa Senhora das Dores.

As histórias de que passou fome um dia, por comer pirão de ovo, e empregada doméstica entre os 16 e 18 anos, são melodramáticas.

Marina viveu pouco mais de um ano na casa de uma mulher pobre, onde realizou, com as filhas da casa que lhe acolheu, serviços domésticos. Sempre cruel com quem lhe ajudou, vende como megera uma doce velhinha que hoje chama de “patroa”. Toda história de Cinderela, de Gata Borralheira necessita de uma bruxa como personagem. Foi assim que Marina fantasiou a persona da madrasta, que o pai dela ficou viúvo, mas não casou de novo, deixando incompleta a biografia de Marina eterna sofredora, vítima do terrorismo do PT, quando tem o apoio dos barões…

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Sobre florencio1

um homem simples
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