Água em São Paulo – um caso incrível, dez anos depois

Blog do Sorrentino - Projetos para o Brasil

SabespO divulgador científico Fernando Reinach traz importante constatação hoje em sua coluna de O Estado de São Paulo. Analisa o contexto da queda gradativa dos níveis do Sistema Cantareira que abastece de água a metrópole paulistana.

Mais que um intenso debate sobre tão grave assunto, o que há é uma ofensiva publicitária pesada do governo e da empresa paulista (SABESP), assegurando que não haverá desabastecimento.

Pois bem, vejam o que diz Reinach: no verão de 2003 o nível da represa atingiu valores negativos (-7,3%), ou seja, enveredou pelo “volume morto”. Onze anos atrás. Com a renovação da concessão da exploração de Cantareira, mudou a cota-limite que define o volume morto, o que, por assim dizer, disponibilizou mais água para a SABESP, que aumentou a vazão de fornecimento. “Ressucitou-se água”, segundo Reinach.

Passados dez anos, volta a mesma situação: falta água em São Paulo. E sobrevvem nova ressucitação de volume morto…

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Sobre florencio1

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